Enquanto chegamos ao nosso décimo domingo, entramos no capítulo 6 de Mateus. Aqui Jesus aponta um problema clássico, a auto-glorificação.
A Ajuda aos Necessitados
1 “Tenham o cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles. Se fizerem isso, vocês não terão nenhuma recompensa do Pai celestial.2 “Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua plena recompensa.3 Mas quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita, 4 de forma que você preste a sua ajuda em segredo. E seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o recompensará.
A partir deste ponto, o Senhor deixa de examinar os ensinos dos Fariseus e passa a examinar a hipocrisia das obras deles.
A Ajuda aos Necessitados
1 “Tenham o cuidado de não praticar suas ‘obras de justiça’ diante dos outros para serem vistos por eles. Se fizerem isso, vocês não terão nenhuma recompensa do Pai celestial.2 “Portanto, quando você der esmola, não anuncie isso com trombetas, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, a fim de serem honrados pelos outros. Eu lhes garanto que eles já receberam sua plena recompensa.3 Mas quando você der esmola, que a sua mão esquerda não saiba o que está fazendo a direita, 4 de forma que você preste a sua ajuda em segredo. E seu Pai, que vê o que é feito em segredo, o recompensará.
A partir deste ponto, o Senhor deixa de examinar os ensinos dos Fariseus e passa a examinar a hipocrisia das obras deles.
Jesus primeiro fala das ofertas dos Fariseus. Justiça não é uma questão primordialmente entre uma pessoas e os outros, antes entre a pessoa e Deus. Portanto, seus atos não deveriam ser demonstrados diante das pessoas porque assim a sua recompensa viria dessas pessoas (v.1-2). Os Fariseus faziam um grande “show” quando iam ofertar para os pobres ,tanto nas sinagogas quanto nas ruas, achando que assim estariam provando o quão justos eles seriam. Mas, em resposta a isso, o Senhor ensina que quando esti ver dando nem mesmo a sua mão esquerda saiba o que está fazendo a direita, ou seja, deveria ser algo tão secreto, tão interior, tão voltado para Deus que o ofertante mesmo esquece o que ofertou!
Desta maneira, ele demonstraria verdadeira justiça diante de Deus e não diante dos homens, e assim, ser recompensado por Deus. Não é possível alguém receber a recompensa dos homens e de Deus ao mesmo tempo. Principalmente o recebimento da primeira cancela a possibilidade da segunda.
Alguns questionamentos a mais podemos fazer diante deste texto.
Reafirmamos tanto o valor insubstitutível da graça na salvação que esquecemos o papel das obras na santificação! O próprio texto chama de “obras de justiça”, ou seja, tudo que nos fazemos que pertence à justiça que recebemos ao aceitar a Jesus como Senhor e Salvador. Uma coisa não pode andar sem a outra. Sim, somos salvos pela graça, mas as obras são a moldura da linda pintura que a graça fez em nossas vidas.
Amados, nunca aceitemos a mesmice e a omissão da proposta de vida religiosa. Nunca aceitemos que estar na igreja é apenas o que o Senhor espera de nós. De jeito nenhum!
Precisamos então compreender o desafio total deste texto, isto é, fazermos aquilo que o Senhor deseja, porém sem nenhum sinal de auto-promoção ou auto-justiça. Como dizia o compositor sacro quando exaltavam as suas maravilhosas sinfonias e óperas, Soli Deo Gloria, “Apena a Deus a glória”.
Nas Garras da Graça, Pr. Joversi Ferreira
*Pr. Joversi Ferreira é o convicto pastor da Comunidade Batista Videira
*Pr. Joversi Ferreira é o convicto pastor da Comunidade Batista Videira
Originalmente publicado em 18/03/07

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