Pra você que chegou agora em nossa jornada, estamos há sete domingos caminhando na contra-cultura ensinada por Jesus no sermão do Monte. Hoje, ainda no capítulo 5, veremos a questão dos juramentos.
Os Juramentos
33 “Vocês também ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não jure falsamentei, mas cumpra os juramentos que você fez diante do Senhor’. 34 Mas eu lhes digo: Não jurem de forma alguma: nem pelos céus, porque é o trono de Deus; 35 nem pela terra, porque é o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. 36 E não jure pela sua cabeça, pois você não pode tornar branco ou preto nem um fio de cabelo. 37 Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.
A questão de fazer juramentos vem na seqüência de ensinamentos do Senhor no sermão do Monte. Os Fariseus eram conhecidos por seus juramentos, os quais eram feitos pelos motivos mais fúteis. Todavia, eles tinham precauções mentais em seus juramentos. Se desejassem ser livres de um juramento que haviam feito “pelos céus”... “pela terra”... “por Jerusalém”... ou pela cabeça de alguém, eles apenas podiam argumentar que uma vez que Deus mesmo não havia sido envolvido naquele juramento, o mesmo não os amarrava. Mas Jesus diz que juramentos nem mesmo deveriam ser necessários: “Não jurem de forma alguma”. O fato de se usar juramentos enfatizava a maldade do coração do homem. Além do mais, jurar “pelos céus”, “pela terra” ou “por Jerusalém” amarrava, sim, aquele que jurava, pois era o “trono”, o “estrado” e a “cidade” de Deus, respectivamente. Até mesmo a cor de nossos cabelos é determinada pela soberania de Deus. Por outro lado, Jesus mais tarde iria responder a um juramento (Mt 26.63-64) e Paulo também (2 Co 1.23). O que o Senhor está dizendo é que a vida de uma pessoa deveria ser suficiente para sustentar a palavra desta pessoa. Um “sim” deveria ser sempre “sim” e um “não” deveria ser sempre um “não”.
Tiago parece estar repetindo as palavras de Jesus em sua epístola (Tg 5.12) Para nós da Videira, a principal aplicação deste texto pode ser a palavra lealdade. Temos sido abençoados e temos abençoado uns aos outros. E precisamos nos ter em alto conceito e cultivar a lealdade em palavras e ações para com nossos irmãos. Há tantas aplicações práticas quanto a isso. Na célula, nos discipulados, nos demais eventos de nossa comunidade. Eu quero viver o que a Palavra nos ensina quanto a isso, “nada façam por ambição egoísta ou por vaidade, mas humildemente considerem os outros superiores a si mesmos.” (Fp 2.3); e assim considerar meus irmãos, discípulos e ovelhas, com lealdade. Para tanto, como Jesus nos ensina, ter uma vida que sustente aquilo que eu falo ou faço.Os Juramentos
33 “Vocês também ouviram o que foi dito aos seus antepassados: ‘Não jure falsamentei, mas cumpra os juramentos que você fez diante do Senhor’. 34 Mas eu lhes digo: Não jurem de forma alguma: nem pelos céus, porque é o trono de Deus; 35 nem pela terra, porque é o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. 36 E não jure pela sua cabeça, pois você não pode tornar branco ou preto nem um fio de cabelo. 37 Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno.
A questão de fazer juramentos vem na seqüência de ensinamentos do Senhor no sermão do Monte. Os Fariseus eram conhecidos por seus juramentos, os quais eram feitos pelos motivos mais fúteis. Todavia, eles tinham precauções mentais em seus juramentos. Se desejassem ser livres de um juramento que haviam feito “pelos céus”... “pela terra”... “por Jerusalém”... ou pela cabeça de alguém, eles apenas podiam argumentar que uma vez que Deus mesmo não havia sido envolvido naquele juramento, o mesmo não os amarrava. Mas Jesus diz que juramentos nem mesmo deveriam ser necessários: “Não jurem de forma alguma”. O fato de se usar juramentos enfatizava a maldade do coração do homem. Além do mais, jurar “pelos céus”, “pela terra” ou “por Jerusalém” amarrava, sim, aquele que jurava, pois era o “trono”, o “estrado” e a “cidade” de Deus, respectivamente. Até mesmo a cor de nossos cabelos é determinada pela soberania de Deus. Por outro lado, Jesus mais tarde iria responder a um juramento (Mt 26.63-64) e Paulo também (2 Co 1.23). O que o Senhor está dizendo é que a vida de uma pessoa deveria ser suficiente para sustentar a palavra desta pessoa. Um “sim” deveria ser sempre “sim” e um “não” deveria ser sempre um “não”.
Nas Garras da Graça, Pr. Joversi Ferreira
*Pr. Joversi Ferreira é o convicto pastor da Comunidade Batista Videira
originalmente publicado em 04/03/07.

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